01.04.2026
Centro Internacional Russo-Brasileiro da RGGU participa de debates na televisão brasileira
A geopolítica moderna vai muito além das categorias tradicionais — recursos, alianças militares e disputas territoriais. Nesse contexto, a cooperação acadêmica torna-se uma das formas de "geopolítica suave", onde o principal recurso é o ser humano — o pesquisador, o estudante, o professor, portador de cultura e conhecimento.
Russia–Latin America Observatory (Ruslat), sob a supervisão da Professora Dra. Daniela Vieira Secches, na Pontifícia Universidade Católica PUC (Minas Gerais, Belo Horizonte – Brasil), colabora oficialmente com o canal do YouTube do renomado jornalista brasileiro Luís Nassif, o "Jornal GGN" (Grupo Gente Nova). Este veículo de mídia independente é conhecido por oferecer uma plataforma para representantes de diferentes visões e opiniões sobre uma ampla gama de questões.
Na véspera do ano de 2025, a Diretora do Centro Internacional Russo-Brasileiro, Professora Associada Lyudmila Baturina, participou de um debate público sobre a geopolítica da cooperação acadêmica entre Rússia e América Latina. Durante a conversa de uma hora, foram abordados a história da interação acadêmica, os desafios atuais e as perspectivas de desenvolvimento da cooperação.
A cooperação acadêmica é uma geopolítica centrada no ser humano. Ela cria vínculos sustentáveis, capazes de resistir a crises políticas; promove o entendimento mútuo por meio da experiência pessoal; e forma uma nova geração de cidadãos globais, que pensam em termos de diálogo, e não de confronto.
Como escreveu Antonio Gramsci: "A história ensina que nunca se pode apostar apenas nas condições objetivas — o fator subjetivo sempre se revela decisivo". No ambiente acadêmico, esse fator é o pesquisador disposto a estender a mão através do oceano em busca conjunta da verdade.